quinta-feira, 18 de junho de 2009

FAMÍLIA É TUDO

Existem pessoas que nos trazem tranquilidade pelo simples fato de existirem. A simples presença delas nos acalma.
Há cinco anos, quando descobri que meu filho estava com um tumor tive um turbilhão de sentimentos. Medo. Raiva. Solidão. Desespero. Estar sozinha com uma criança que nem os médicos tinham certeza do que tinha, em uma cidade que você não tinha referências, é muito difícil. Fui a vários médicos aqui em Brasília e não sentia segurança em nenhum deles. Então escutei uma vozinha falando lá dentro de mim: “Vai pra Cuiabá, vai pra perto da sua família. Abuse do amor que eles têm pra te dar!” E foi o que fiz. Peguei meu filhote e partimos. Tem certas horas que a gente cansa de decidir, cansa de ter que pensar. A gente quer alguém pensando e decidindo por nós.
Quando cheguei lá, achei o que procurava. Tive apoio dos meus irmãos, meu pai, minhas cunhadas, meus tios e tias. E até de pessoinhas bem pequeninhas, meus sobrinhos, que me deram paz e uma overdose de amor. Deles todos recebi o grande prazer de poder novamente me sentir numa família, A MINHA FAMÍLIA.
E agora estou precisando deles novamente. Muito mesmo. Preciso respirar família, sentir família. Mas desta vez é por um motivo mais que especial. Além da saudade, é claro, eles vão conhecer o “Amor das minhas vidas”. Vão ver o quanto estou feliz. Isso mesmo, vão ver, porque saber eles já sabem.

Ah, e o meu filho, o Matheus, ele retirou o tumor, que felizmente era benigno. Ele está super lindo e bem. Hoje o Teteus tem 15 anos.

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