Foi assim não só porque Deus quis que fosse. É assim, agora, porque trabalhamos para chegar até aqui. As conquistas foram estudadas, discutidas e “conquistadas” juntos. O meu lugar não só na nossa cama, mas no coração dele foi sendo ocupado devagarzinho, passo a passo. Sabia que era ele e que era questão de tempo tê-lo mais uma vez, agora nesta vida. Foi o que aconteceu.
Hoje, esta aliança – não a de ouro branco que carrego na minha mão esquerda, réplica da dos seus pais, mas a da nossa vida -, preencheu todos os espaços vazios que foram deixados nesta e em outras estadas aqui. Eu reencontrei o Amor das minhas vidas, meu caminho, meu pouso feliz. Corpo e alma estão juntos novamente num santuário inimaginável, mas real, muito real: o Amor!

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